Sem eficácia e sem a mesma qualidade.
Após uma vitória sofrida sobre um adversário sofrível em Paços de Ferreira, hoje uma derrota contra outro adversário fraco, sempre na expectativa e mesmo assim, com muito pouco jogo num campeonato alinhado bem por baixo.
A novidade foi a equipa durar os 90 minutos e foi muito penalizada, deficit de altura, ainda peca pela atitude passiva e desconcentrada. Um erro inadmissível, e mais um sitoma da falta de qualidade neste plantel.
Dominámos todo o jogo, mas sem conseguir jogar entrelinhas, e com falta de criar oportunidades junto à área tondelense, com muitos remates de longe, onde só Bruno Fernandes, acertou na baliza e com um guarda redes inspirado e melhor que o nosso, que tal como em Paços, ficou a ver o centro certeiro para a sua baliza.
Estivemos melhor, mas o resultado não me deixa acreditar. Mais um golo consentido pelo ar, mais uma demonstração da falta de qualidade gritante deste plantel escolhido por Varandas e que tem a obrigação de vencer estes jogos, mas não pode almejar mais que um triste e miserável 3º lugar.
Mais uma vez, coisas estranhas acontecem nos jogos do Sporting. Em Portimão, transformam um penati, numa falta a favor doa algarvios. Contra o Guimarães, o guarda redes atira o seu cotovelo contra o olho do Bruno Fernandes, quando este ia encostar a bola em cima da linha e a falta passa incólume, e hoje uma expulsão aos 5 minutos, fica por amarelo e a expulsão concretizada, é revertida...Fenómenos. Não quero desculpas, mas tudo acontece.
domingo, 3 de novembro de 2019
domingo, 27 de outubro de 2019
8ª Jornada - EFICÁCIA - 27/10/2019
Foi uma boa vitória contra uma boa equipa e um bom treinador, mas nesta fase da época ganhar é vital, numa equipa em construção e a assimilar ideias novas do seu treinador.
Senti a equipa mais esforçada e mais coesa, mas com gritantes falhas no meio campo defensivo, que na minha opinião, continua a ser o ponto mais frágil desta equipa desde a saída de William Carvalho. Talvez por isso, hoje, Eduardo não se tenha aventurado tanto na frente, mantendo em grande parte do jogo, uma parelha no miolo com Doumbia, e colocando um ataque volante, assente na capacidade de decisão de passe por parte de Vietto e no repentismo de Jesé e Bolasie, procurando o erro adversário para o ferir no ataque rápido.
Soubemos interpretar esta forma, algo diferente e expectante de jogar e acima de tudo fomos eficazes, com destaque para Vietto nas assistências e para Mathieu como um muro na defesa. Também Acuña, Coates e Bruno Fernandes estiveram bem. Sofrivel esteve Eduardo, Doumbia e Rosier. Phyllipe está gordo. Comprem um trinco ou apostem no miúdos.
Hoje o jogo correu mal às claques.
domingo, 20 de outubro de 2019
Cansado
Fui e sou contra expulsões e destituições. Respeitei a vontade da maioria, mesmo sem concordar. Não faz sentido os saudosismos, mesmo q me tenham feito ter um maior orgulho em ser Sporting, mas não podemos estar sempre a olhar para trás. Temos de encarar o presente incompetente no futebol (pelo menos), mas se não podermos ganhar já (e só ganhando haverá união), que se criem bases para se ganhar a médio prazo. Estou de acordo com algumas medidas tomadas e dou o benefício da duvida em outras tantas, mas naquilo que se pode medir, que é o futebol, que é a mola real de um clube desportivo, esta direção tem sido um desastre.
Estamos cansados de estar permanentemente a recomeçar. Que haja um projeto a 3 anos e que se fale a verdade aos sócios. Prefiro a realidade a falsas ilusões.
E já estive mais reticente em vender a SAD. Penso que será um caminho inevitável para todos.
Estou cansado de amadores.
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Em Esforço - 7ª JORNADA 30/09/2019
É um tédio ver o Sporting jogar. Sem velocidade, sem criatividade e pior que tudo, sem vontade.
Valeu o resultado, pois neste momento conturbado, é o que mais importa.
Foi uma estreia feliz de Silas, um técnico que aprecio, pela forma e pela vontade em agarrar a oportunidade de uma vida, vindo treinar o clube do seu coração.
Mas mais uma vez, será uma aposta de risco do presidente e desta vez poderá ser a ultima. Esperemos que não, pois é sinal que o Sporting deu a volta neste campeonato, mas mais importante que tudo, é sinal de ter um projecto desportivo finalmente definido, com uma estratégia vincada e entregue a quem perceba de bola, que não parece ser o forte do presidente, e que alicerce tudo aquilo de bom que esta direcção esteja a fazer, fora o desastre da programação do futebol.
Só há uma forma de unir o Sporting e é vencendo. Atingimos um nível de saturação, de recomeçar, de começar do zero, de dizer que para o ano é que é, que só apostando numa equipa para vencer é que todo o universo se unirá em torno do seu presidente e do seu clube. Não vejo outra forma...
Hoje valeu o resultado, mas há que dar e querer mais...
Valeu o resultado, pois neste momento conturbado, é o que mais importa.
Foi uma estreia feliz de Silas, um técnico que aprecio, pela forma e pela vontade em agarrar a oportunidade de uma vida, vindo treinar o clube do seu coração.
Mas mais uma vez, será uma aposta de risco do presidente e desta vez poderá ser a ultima. Esperemos que não, pois é sinal que o Sporting deu a volta neste campeonato, mas mais importante que tudo, é sinal de ter um projecto desportivo finalmente definido, com uma estratégia vincada e entregue a quem perceba de bola, que não parece ser o forte do presidente, e que alicerce tudo aquilo de bom que esta direcção esteja a fazer, fora o desastre da programação do futebol.
Só há uma forma de unir o Sporting e é vencendo. Atingimos um nível de saturação, de recomeçar, de começar do zero, de dizer que para o ano é que é, que só apostando numa equipa para vencer é que todo o universo se unirá em torno do seu presidente e do seu clube. Não vejo outra forma...
Hoje valeu o resultado, mas há que dar e querer mais...
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Como um baralho de cartas - 6ª JORNADA 23/09/2019
Já não há palavras para caracterizar este Sporting. Demasiado mau.
Não se percebe como uma equipa organizada e ciente dos seus movimentos de marcação, respeitando o Famalicão, enquanto líder do campeonato, faz uma 1ª parte digna de se mostrar, intensa, disciplinada e esforçada na sua estratégica, deixa-se desmoronar como um baralho de cartas, após a substituição do seu melhor jogador, no caso Vietto, desconcentrando totalmente uma equipa que parecia finalmente forte, mas não passa de um grupo de jogadores completamente à deriva, sem controlo emocional.
Vietto não devia ter sido substituído, mas não pode reagir assim, numa clara demonstração da falta de respeito pela hierarquia e pior que isso, uma notória falta de respeito perante o clube, e por quem não o consegue fazer respeitar. Leonel, já percebeu que hoje chegou ao fim do sonho de treinar o Sporting, mostrando um desnorte e uma incapacidade de reagir, apesar de entender que ele será o menor dos culpados, pois não escolheu a equipa e apanhou com esta herança em andamento.
A culpa tem que ser apontada à direcção, e à sua gestão desportiva, deixando um treinador fraco e em perda, começar uma nova época, contratando jogadores por empréstimo no ultimo dia do mercado, e dispensando/vendendo os melhores jogadores, e tendo por base como estratégica desportiva única e exclusivamente, manter o Bruno Fernandes. Um desastre, esta gestão desportiva e a preparação da época por parte da estrutura, que terá que se justificar já perante os sócios e os adeptos.
Foi-nos dito, que o objectivo seria fazer melhor que o ano passado...tem a palavra o Dr. Varandas.
Não se percebe como uma equipa organizada e ciente dos seus movimentos de marcação, respeitando o Famalicão, enquanto líder do campeonato, faz uma 1ª parte digna de se mostrar, intensa, disciplinada e esforçada na sua estratégica, deixa-se desmoronar como um baralho de cartas, após a substituição do seu melhor jogador, no caso Vietto, desconcentrando totalmente uma equipa que parecia finalmente forte, mas não passa de um grupo de jogadores completamente à deriva, sem controlo emocional.
Vietto não devia ter sido substituído, mas não pode reagir assim, numa clara demonstração da falta de respeito pela hierarquia e pior que isso, uma notória falta de respeito perante o clube, e por quem não o consegue fazer respeitar. Leonel, já percebeu que hoje chegou ao fim do sonho de treinar o Sporting, mostrando um desnorte e uma incapacidade de reagir, apesar de entender que ele será o menor dos culpados, pois não escolheu a equipa e apanhou com esta herança em andamento.
A culpa tem que ser apontada à direcção, e à sua gestão desportiva, deixando um treinador fraco e em perda, começar uma nova época, contratando jogadores por empréstimo no ultimo dia do mercado, e dispensando/vendendo os melhores jogadores, e tendo por base como estratégica desportiva única e exclusivamente, manter o Bruno Fernandes. Um desastre, esta gestão desportiva e a preparação da época por parte da estrutura, que terá que se justificar já perante os sócios e os adeptos.
Foi-nos dito, que o objectivo seria fazer melhor que o ano passado...tem a palavra o Dr. Varandas.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
QUALIDADE - 1ª JORNADA LIGA EUROPA 19/09/2019
Qualidade ou falta dela. É constrangedor ver o Sporting jogar. É gritante o decréscimo de qualidade na equipa nestes 2 últimos anos. Como pode esta direção afirmar que quer fazer melhor que a época passada?
Hoje voltamos a mudar a táctica, apostando o treinador Leonel num 4-4-2 losango, com a entrada de Miguel Luís, um bom rapaz, um jogador muito posicional, mas pouco agressivo, com qualidade banal e sem golo, para um meio campo com Wendel, Doumbia, que é outro bom rapaz que joga muito, mas para trás e para o lado, mas em termos de construção uma nulidade, e ainda Bruno Fernandes. Na frente Vietto, que é o mais tecnicista do plantel e Bolasie, que voltou a mostrar inquietude e voluntarismo, mas pouco mais.
Equipa pouco entrosada e muito insegura, que constrói aos soluços e em raides individuais na frente e muito exposta atrás, com um meio campo desposicionado, com um trinco inexistente. Para se jogar no Sporting, o seu número 6 tem que ter o poder de construir, de jogar de cabeça levantada e ao mesmo tempo compensar posicionalmente sem bola os seus colegas mais atrasados e jogar de frente para a baliza adversaria. Quem não sabe jogar sem bola, não pode jogar futebol, pois em 90m, cada jogador terá a bola em média uma meia dúzia de minutos, logo...
Até entrámos bem, mas com erros posicionais sofremos 2 golos em 5m, e depois em esforço, conseguimos marcar de penalti, levando o 2-1 para o intervalo.
Após o descanso, levar um golo aos 3m em mais um erro defensivo, matou o jogo. Depois foi o mesmo de sempre. Foi o querer, foi o Bruno Fernandes e desta vez, a surpresa Pedro Mendes, que se tonou no maior embaraço para a direcção de Varandas, que não inscreveu na liga a única alternativa ao ponta de lança existente e até marcou um golão na sua estreia de 10m, que o tio Leonel lhe ofereceu. E ele aproveitou...
Uma derrota esperada, não tanto pelo PSV, mas pela falta de qualidade notória e pela falta de organização e na definição tática e de plantel às ordens de um treinador que também não sabe se fica ou se dá lugar a outros...
A táctica do losango até poderá ser aquela que mais se adequa à tipologia dos jogadores que caíram do céu nos últimos dias de mercado, mas a falta de qualidade é notória...
Hoje voltamos a mudar a táctica, apostando o treinador Leonel num 4-4-2 losango, com a entrada de Miguel Luís, um bom rapaz, um jogador muito posicional, mas pouco agressivo, com qualidade banal e sem golo, para um meio campo com Wendel, Doumbia, que é outro bom rapaz que joga muito, mas para trás e para o lado, mas em termos de construção uma nulidade, e ainda Bruno Fernandes. Na frente Vietto, que é o mais tecnicista do plantel e Bolasie, que voltou a mostrar inquietude e voluntarismo, mas pouco mais.
Equipa pouco entrosada e muito insegura, que constrói aos soluços e em raides individuais na frente e muito exposta atrás, com um meio campo desposicionado, com um trinco inexistente. Para se jogar no Sporting, o seu número 6 tem que ter o poder de construir, de jogar de cabeça levantada e ao mesmo tempo compensar posicionalmente sem bola os seus colegas mais atrasados e jogar de frente para a baliza adversaria. Quem não sabe jogar sem bola, não pode jogar futebol, pois em 90m, cada jogador terá a bola em média uma meia dúzia de minutos, logo...
Até entrámos bem, mas com erros posicionais sofremos 2 golos em 5m, e depois em esforço, conseguimos marcar de penalti, levando o 2-1 para o intervalo.
Após o descanso, levar um golo aos 3m em mais um erro defensivo, matou o jogo. Depois foi o mesmo de sempre. Foi o querer, foi o Bruno Fernandes e desta vez, a surpresa Pedro Mendes, que se tonou no maior embaraço para a direcção de Varandas, que não inscreveu na liga a única alternativa ao ponta de lança existente e até marcou um golão na sua estreia de 10m, que o tio Leonel lhe ofereceu. E ele aproveitou...
Uma derrota esperada, não tanto pelo PSV, mas pela falta de qualidade notória e pela falta de organização e na definição tática e de plantel às ordens de um treinador que também não sabe se fica ou se dá lugar a outros...
A táctica do losango até poderá ser aquela que mais se adequa à tipologia dos jogadores que caíram do céu nos últimos dias de mercado, mas a falta de qualidade é notória...
domingo, 15 de setembro de 2019
ANARQUIA - 5ª JORNADA 15/09/2019
Ao contrário daquilo que o meu presidente mostra e se esforça por demonstrar, ou seja, um clube arrumado com o passado, e em arrumação no presente, este jogo pareceu-me uma tremenda confusão, onde o treinador Leonel já mudou alguma coisa na forma de jogar, desde os novos nomes que tiveram que ir a jogo, até a nova forma de sair a jogar com o trinco a baixar entre os centrais, um 6 definido, com laterais a subir em simultâneo, com os alas a flectir para o interior e uma constante rotação na frente de ataque. Ok, ideias novas, mas definidas.
E na prática? Bem, a primeira parte foi uma nulidade, Parecia tudo desnorteado, e sem terem treinado aquilo que estava em jogo. Erros infantis, insegurança na defesa, atitude e maior pulmão, mais segurança de passe e maior mobilidade na etapa regulamentar, mas pouca baliza e desnorte emocional.
Uma pré-época, com novo treinador, novos jogadores, novo modelo de jogo. Tudo a começar, quando o campeonato já começou há 1 mês. Um falhanço, mais um falhanço na preparação de uma época profissional.
Campo muito difícil, com uma equipa do Boavista sempre a jogar na falta e no erro adversário, num estilo muito anos 90.
O Sporting precisa de olear a sua dinamica, para poder não precisar de um ponta de lança para marcar golos. Muitos jogadores ainda fora de forma e sem articulação dos sectores. Eu acho que precisa de um ponta de lança e de um trinco que olhe o campo para a frente e não que quando receba a bola, olhe primeiramente para trás ou para o lado. E a jogar sem bola, é muito fraco, em termos posicionais.
Boas ideias, que quando foram postas à prova, num ambiente adverso, cairam por terra. Tal como 7 pontos neste campeonato, o qual o meu presidente disse que queria fazer melhor que o ano passado. Mais um ano de tormenta.
Gostei de Rosier e Bolasie. Não gostei de Plata, Borja, nem das dinamicas inexistentes.
E na prática? Bem, a primeira parte foi uma nulidade, Parecia tudo desnorteado, e sem terem treinado aquilo que estava em jogo. Erros infantis, insegurança na defesa, atitude e maior pulmão, mais segurança de passe e maior mobilidade na etapa regulamentar, mas pouca baliza e desnorte emocional.
Uma pré-época, com novo treinador, novos jogadores, novo modelo de jogo. Tudo a começar, quando o campeonato já começou há 1 mês. Um falhanço, mais um falhanço na preparação de uma época profissional.
Campo muito difícil, com uma equipa do Boavista sempre a jogar na falta e no erro adversário, num estilo muito anos 90.
O Sporting precisa de olear a sua dinamica, para poder não precisar de um ponta de lança para marcar golos. Muitos jogadores ainda fora de forma e sem articulação dos sectores. Eu acho que precisa de um ponta de lança e de um trinco que olhe o campo para a frente e não que quando receba a bola, olhe primeiramente para trás ou para o lado. E a jogar sem bola, é muito fraco, em termos posicionais.
Boas ideias, que quando foram postas à prova, num ambiente adverso, cairam por terra. Tal como 7 pontos neste campeonato, o qual o meu presidente disse que queria fazer melhor que o ano passado. Mais um ano de tormenta.
Gostei de Rosier e Bolasie. Não gostei de Plata, Borja, nem das dinamicas inexistentes.
sábado, 31 de agosto de 2019
VERGONHOSO - 4ª JORNADA 31/08/2019
Mais uma jornada, mais uma volta, mais uma oscilação exibicional. Primeira derrota.
Que bipolaridade de qualidade mostra esta equipa do Sporting, depois de mostrar classe em Portimão, baqueia em casa perante um Rio Ave, competente, estruturado, consistente e com uma eficácia a toda a prova, pois com 3 remates à baliza, marca 3 golos na casa de um grande. De tirar o chapéu.
Já o clube de Alvalade, apresentou o mesmo 11 com que derrotou o Portimonense e ao contrário da jornada anterior, começou a perder com um penalti de Coates logo no inicio do jogo. Dupla de "volantes" repetida com Doumbia e Wendel, para segurar o meio campo. Parece que Kaiser não irá abdicar deste duplo pivot, apesar de não estar a conseguir estancar os 11 golos sofridos até ao momento em jogos oficiais. Não desistiu e foi à procura do empate, que conseguiu pelos 20m com um golo do capitão Bruno Fernandes. Jogo empatado e dividido, com um Rio Ave com controlo e com melhor jogo de posse, ao invés dos leões, que abusaram mais uma vez das diagonais de passes para as costas da defesa contrária, facilmente anulados em grande parte das vezes.
A 2ª parte trouxe equilíbrio e trouxe também o 2-1 ao Sporting, com o golo da ordem de Luiz Phyllipe. E depois, como tem sido habito no clube de Alvalade, por incapacidade ou por estratégia, o Sporting deu o domínio ao adversário e passou a jogar, qual equipa pequena, mais de meia hora (!) em casa, no erro da equipa forasteira. Um sufoco que é ver jogar este Sporting, quando esta a vencer os seus jogos...
Depois...bem, depois nos últimos 5m de jogo, foram marcados mais dois penaltis contra o Sporting e assim o Rio Ave ganhou o jogo com esses 3 remates à baliza de Renan. Todos cometidos pelo mesmo jogador.
Ultimo apontamento para a inércia de Kaiser, que desta vez nem fez as substituições da ordem, colocando mais um trinco (Eduardo) e mais um central (Neto). Meteu Plata após o 2-3 sob grande assobiadela da plateia de Alvalade. Deplorável e desconcertante esta inatividade, perante a história e os pregaminhos do Sporting.
Estatistica: Nunca foram marcados 3 penaltis contra os grandes em sua casa. É demasiado fácil...Mais um recorde.
Que bipolaridade de qualidade mostra esta equipa do Sporting, depois de mostrar classe em Portimão, baqueia em casa perante um Rio Ave, competente, estruturado, consistente e com uma eficácia a toda a prova, pois com 3 remates à baliza, marca 3 golos na casa de um grande. De tirar o chapéu.
Já o clube de Alvalade, apresentou o mesmo 11 com que derrotou o Portimonense e ao contrário da jornada anterior, começou a perder com um penalti de Coates logo no inicio do jogo. Dupla de "volantes" repetida com Doumbia e Wendel, para segurar o meio campo. Parece que Kaiser não irá abdicar deste duplo pivot, apesar de não estar a conseguir estancar os 11 golos sofridos até ao momento em jogos oficiais. Não desistiu e foi à procura do empate, que conseguiu pelos 20m com um golo do capitão Bruno Fernandes. Jogo empatado e dividido, com um Rio Ave com controlo e com melhor jogo de posse, ao invés dos leões, que abusaram mais uma vez das diagonais de passes para as costas da defesa contrária, facilmente anulados em grande parte das vezes.
A 2ª parte trouxe equilíbrio e trouxe também o 2-1 ao Sporting, com o golo da ordem de Luiz Phyllipe. E depois, como tem sido habito no clube de Alvalade, por incapacidade ou por estratégia, o Sporting deu o domínio ao adversário e passou a jogar, qual equipa pequena, mais de meia hora (!) em casa, no erro da equipa forasteira. Um sufoco que é ver jogar este Sporting, quando esta a vencer os seus jogos...
Depois...bem, depois nos últimos 5m de jogo, foram marcados mais dois penaltis contra o Sporting e assim o Rio Ave ganhou o jogo com esses 3 remates à baliza de Renan. Todos cometidos pelo mesmo jogador.
Ultimo apontamento para a inércia de Kaiser, que desta vez nem fez as substituições da ordem, colocando mais um trinco (Eduardo) e mais um central (Neto). Meteu Plata após o 2-3 sob grande assobiadela da plateia de Alvalade. Deplorável e desconcertante esta inatividade, perante a história e os pregaminhos do Sporting.
Estatistica: Nunca foram marcados 3 penaltis contra os grandes em sua casa. É demasiado fácil...Mais um recorde.
domingo, 25 de agosto de 2019
VARIAÇÕES - 3ª JORNADA 25/08/2019
Boa vitória num campo difícil e perante uma boa equipa, cheia de qualidade e bem treinada, que nos permite ascender ao 1º lugar da Liga. Quem diria...
Numa altura em que esperamos os craques para atacar o objectivo, que é segundo o presidente, de melhorar a classificação da ultima época, e que já percebemos que Setembro será sinonimo de pré-época, eis que estamos na frente.
Eu sou daqueles que percebe todas as situações e todas as dificuldades, desde que estas sejam frontalmente assumidas pela direcção, e foi-nos dito que o objectivo era para melhorar o que foi feito no ano passado. Sendo assim, e mais de 1 ano após o ataque à academia de Alcochete, voltamos a fazer pré-épocas tardias. Porque numa prova de regularidade, este plantel não passa do 3º lugar.
Voltando ao jogo e a Portimão, o inicio foi bom, como tem sido nesta época, forte, e com muito jogo entrelinhas, com a novidade Vietto a soltar-se da esquerda para o meio e a fazer jogar e a mostrar toda a sua mestria e classe no passe e no drible. Mereceu a designação de homem do jogo, pois fez passes que abriram toda a defesa adversaria.
Aos 5m já estava o marcador em 0-2 e mais 5m sofremos penalti. Jogo frenético. Mas para mim, a chave do jogo e principalmente no primeiro tempo, foi a capacidade de Vietto baralhar o meio campo algarvio, pois aparecia sempre a dar linha de passe no miolo e fechava a ala com Acuña, num jogo completo de classe e trabalho para a equipa. E para além disso as trocas constantes de Vietto com BFernades, que estão ainda procurar o melhor entrosamento, sendo os mais dotados tecnicamente, não será uma questão de qualidade, mas de tempo.
Pode ir por aí, Kaiser, apostando nessas variações entre Bruno e Vietto, fazendo-a crescer e com ela a equipa.
A 2ª parte trouxe um Portimonense mais agressivo, a abdicar da largura dos alas em detrimento do jogo rendilhado pelo miolo, procurando posse e encostar os leões à sua defensiva. E numa transição, já vista no jogo contra o Braga, o Sporting marcou um pouco contra a "inclinação" do jogo e resolvendo-o. Raphinha bisou e Luiz Phellipe estreou-se a marcar.
Estivemos melhor e ansiamos por progressão no próximo jogo em Alvalade. Venha o Rio Ave e é para ganhar. Mas com reforços a sério...
Numa altura em que esperamos os craques para atacar o objectivo, que é segundo o presidente, de melhorar a classificação da ultima época, e que já percebemos que Setembro será sinonimo de pré-época, eis que estamos na frente.
Eu sou daqueles que percebe todas as situações e todas as dificuldades, desde que estas sejam frontalmente assumidas pela direcção, e foi-nos dito que o objectivo era para melhorar o que foi feito no ano passado. Sendo assim, e mais de 1 ano após o ataque à academia de Alcochete, voltamos a fazer pré-épocas tardias. Porque numa prova de regularidade, este plantel não passa do 3º lugar.
Voltando ao jogo e a Portimão, o inicio foi bom, como tem sido nesta época, forte, e com muito jogo entrelinhas, com a novidade Vietto a soltar-se da esquerda para o meio e a fazer jogar e a mostrar toda a sua mestria e classe no passe e no drible. Mereceu a designação de homem do jogo, pois fez passes que abriram toda a defesa adversaria.
Aos 5m já estava o marcador em 0-2 e mais 5m sofremos penalti. Jogo frenético. Mas para mim, a chave do jogo e principalmente no primeiro tempo, foi a capacidade de Vietto baralhar o meio campo algarvio, pois aparecia sempre a dar linha de passe no miolo e fechava a ala com Acuña, num jogo completo de classe e trabalho para a equipa. E para além disso as trocas constantes de Vietto com BFernades, que estão ainda procurar o melhor entrosamento, sendo os mais dotados tecnicamente, não será uma questão de qualidade, mas de tempo.
Pode ir por aí, Kaiser, apostando nessas variações entre Bruno e Vietto, fazendo-a crescer e com ela a equipa.
A 2ª parte trouxe um Portimonense mais agressivo, a abdicar da largura dos alas em detrimento do jogo rendilhado pelo miolo, procurando posse e encostar os leões à sua defensiva. E numa transição, já vista no jogo contra o Braga, o Sporting marcou um pouco contra a "inclinação" do jogo e resolvendo-o. Raphinha bisou e Luiz Phellipe estreou-se a marcar.
Estivemos melhor e ansiamos por progressão no próximo jogo em Alvalade. Venha o Rio Ave e é para ganhar. Mas com reforços a sério...
domingo, 18 de agosto de 2019
De canhota também serve...
Tenho um amigo meu, que diz que as coisas que fazemos com o nosso lado menos habitual, parece que é outro a fazê-las. Pois, hoje ganhámos com 2 golos com o pé menos habitual dos marcadores e até parece que nem ganhámos. O importante foi vencer, mas este leão está doente.
A primeira vitoria no campeonato foi muito sofrida e até menos merecida, do que poderia ter acontecido na Madeira.
Boa entrada no jogo, coroada com um belo golo e depois novo eclipse. Perda de controlo do meio campo e por consequências do jogo. Um jogo sofrível em termos defensivos e o problema não é da defesa, mas sim de um meio campo que constrói, mas só com Doumbia na pressão à perda de bola, após a pressão alta ter sido ultrapassada é ver cavalgadas de adversários rumo à baliza de Renan, que hoje salvou o resultado na primeira parte. Foi guarda-redes de equipa grande.
Para mim, aqui reside o maior problema da equipa e com isso cria-se a insegurança em toda a estrutura e Doumbia ainda não está "feito" para agarrar a equipa pelos colarinhos quando é preciso. Pressiona sozinho e não constrói. Terá que estar presente nos dois momentos.
Hoje foram várias as oportunidades de golo permitidas ao Braga. E já contra a corrente e numa jogada toda de BFernandes chegámos ao intervalo a vencer por 2-0. A segunda parte arrastou-se toda com a iniçiativa do Braga e o Sporting em casa a jogar no risco e no erro do Braga, qual equipa pequena. O golo bracarense adivinhava-se após um pênalti por marcar contra os da casa. E surgiu. Depois foi Kaiser a "fazer marcha a trás" nas substituições, saltando no mesmo jogo, do futebol romântico, bonito e de posse, para o "ferrolho" de 3 centrais e 2 trincos, e com Vietto sozinho a fazer pela vida em transições.
Percebo a ansiedade em segurar uma vitória que fugia desde Maio, mas estamos jogar numa bipolaridade perigosa e que por certo não garante campeonatos. Perda de controlo emocional e estratégico tem cabido em 90 minutos.
Falta qualidade, pois esta equipa não dá para mais do que o terceiro lugar e desespera-se por reforços. Ainda mais com a saida de um fantástico goleador que o treinador não soube aproveitar taticamente e que a direção quis prescindir financeiramente. A pergunta que fica é: como substituir Dost em termos desportivos e poupar dinheiro? Tem a palavra a nossa direção.
A primeira vitoria no campeonato foi muito sofrida e até menos merecida, do que poderia ter acontecido na Madeira.
Boa entrada no jogo, coroada com um belo golo e depois novo eclipse. Perda de controlo do meio campo e por consequências do jogo. Um jogo sofrível em termos defensivos e o problema não é da defesa, mas sim de um meio campo que constrói, mas só com Doumbia na pressão à perda de bola, após a pressão alta ter sido ultrapassada é ver cavalgadas de adversários rumo à baliza de Renan, que hoje salvou o resultado na primeira parte. Foi guarda-redes de equipa grande.
Para mim, aqui reside o maior problema da equipa e com isso cria-se a insegurança em toda a estrutura e Doumbia ainda não está "feito" para agarrar a equipa pelos colarinhos quando é preciso. Pressiona sozinho e não constrói. Terá que estar presente nos dois momentos.
Hoje foram várias as oportunidades de golo permitidas ao Braga. E já contra a corrente e numa jogada toda de BFernandes chegámos ao intervalo a vencer por 2-0. A segunda parte arrastou-se toda com a iniçiativa do Braga e o Sporting em casa a jogar no risco e no erro do Braga, qual equipa pequena. O golo bracarense adivinhava-se após um pênalti por marcar contra os da casa. E surgiu. Depois foi Kaiser a "fazer marcha a trás" nas substituições, saltando no mesmo jogo, do futebol romântico, bonito e de posse, para o "ferrolho" de 3 centrais e 2 trincos, e com Vietto sozinho a fazer pela vida em transições.
Percebo a ansiedade em segurar uma vitória que fugia desde Maio, mas estamos jogar numa bipolaridade perigosa e que por certo não garante campeonatos. Perda de controlo emocional e estratégico tem cabido em 90 minutos.
Falta qualidade, pois esta equipa não dá para mais do que o terceiro lugar e desespera-se por reforços. Ainda mais com a saida de um fantástico goleador que o treinador não soube aproveitar taticamente e que a direção quis prescindir financeiramente. A pergunta que fica é: como substituir Dost em termos desportivos e poupar dinheiro? Tem a palavra a nossa direção.
domingo, 11 de agosto de 2019
ANSIEDADE - 1ª JORNADA (11/08/2019)
Começou a 1ª liga de futebol. É sempre uma alegria e uma renovada esperança quando começa o campeonato cá do burgo. Voltamos a vestir o fato da mesquinhez, as calças da clubite exacerbada, porque isto do futebol, é a ultima cerimonia tribal, ainda socialmente aceite, neste mundo do "rebanho" global.
O meu Sporting estreou-se na Madeira com o Maritimo, num relvado improprio para o campeonato nacional do país campeão da Europa.
Ainda nem 10m tinham passado, e para uma equipa sob brasas e nas costas de Thierry abria-se caminho para o 1-0. Muito "tenrinho" para estas andanças, o miúdo terá que aprender a "matar" as jogadas e a mostrar a peitaça aos inúmeros extremos que irá apanhar pela frente. É o preço a pagar para apostar num miúdo, num contexto de ansiedade de obter resultados no imediato.
Depois do inaugurar do marcador, voltou o descontrolo emocional, com muitas faltas, cartões e erros de passes, que voltou a colocar a nu, que antes das fragilidades nas pernas, existem e ainda estão por trabalhar as fragilidades na cabeça.
Demorou a serenar, e mais uma vez foi preciso Bruno Fernandes, agarrar o jogo no meio e deixou-se de privilegiar os passes longos à procura das costas da defesa contrária, e passou a haver jogo entrelinhas com o capitão a pegar na batuta. Eduardo e Wendel deram 2 passos em frente e a pressão e a agressividade fez com que se jogasse só no meio campo caseiro. Daí até ao empate, foi a inevitabilidade de quem é mais forte e faz por isso com meia hora jogada. Até ao intervalo foram ainda desperdiçadas oportunidades de ir para o descanso em vantagem, com Raphinha em destaque pela negativa.
No recomeço acentua-se o domínio, com Acuña e Raphinha a tentarem ligar com o miolo, onde Bruno e Wendel tricotavam o jogo leonino, e Eduardo tornou-se mais posicional e não desapareceu do seu lugar, como aconteceu várias vezes no 1º tempo. O domínio não se traduziu em golos e com o passar do tempo, voltou a ansiedade de quem não vence um jogo desde Maio e precisa vencer para crescer e estabilizar um modelo idealizado que parece ser o 3-5-2, mas que se altera ao sabor dos resultados.
Renan sem muito trabalho e uma defesa que oscilou entre o bom (Coates) e o sofrível com tantos erros perante um Maritimo fraquinho. Eduardo não será nunca um trinco posicional e sem uma garantia atrás, o miolo cria sempre com um olho desconfiado na retaguarda desguarnecida. Alas perdulários e previsíveis sem ligação com o meio campo e com pouca ajuda atrás. Um Luis Phyllipe que acrescenta uns pontos na hora de começar a defender junto da área adversária, em relação ao holandês goleador.
Em suma, um arranque no campeonato aos solavancos, numa equipa cheia de duvidas dela própria e criando ainda mais duvidas nos adeptos, que exigem mais e mais merecem. Uma grande equipa tem que dominar os vários momentos do jogo e isso o Sporting nunca soube fazer. Venha o Braga.
O meu Sporting estreou-se na Madeira com o Maritimo, num relvado improprio para o campeonato nacional do país campeão da Europa.
Ainda nem 10m tinham passado, e para uma equipa sob brasas e nas costas de Thierry abria-se caminho para o 1-0. Muito "tenrinho" para estas andanças, o miúdo terá que aprender a "matar" as jogadas e a mostrar a peitaça aos inúmeros extremos que irá apanhar pela frente. É o preço a pagar para apostar num miúdo, num contexto de ansiedade de obter resultados no imediato.
Depois do inaugurar do marcador, voltou o descontrolo emocional, com muitas faltas, cartões e erros de passes, que voltou a colocar a nu, que antes das fragilidades nas pernas, existem e ainda estão por trabalhar as fragilidades na cabeça.
Demorou a serenar, e mais uma vez foi preciso Bruno Fernandes, agarrar o jogo no meio e deixou-se de privilegiar os passes longos à procura das costas da defesa contrária, e passou a haver jogo entrelinhas com o capitão a pegar na batuta. Eduardo e Wendel deram 2 passos em frente e a pressão e a agressividade fez com que se jogasse só no meio campo caseiro. Daí até ao empate, foi a inevitabilidade de quem é mais forte e faz por isso com meia hora jogada. Até ao intervalo foram ainda desperdiçadas oportunidades de ir para o descanso em vantagem, com Raphinha em destaque pela negativa.
No recomeço acentua-se o domínio, com Acuña e Raphinha a tentarem ligar com o miolo, onde Bruno e Wendel tricotavam o jogo leonino, e Eduardo tornou-se mais posicional e não desapareceu do seu lugar, como aconteceu várias vezes no 1º tempo. O domínio não se traduziu em golos e com o passar do tempo, voltou a ansiedade de quem não vence um jogo desde Maio e precisa vencer para crescer e estabilizar um modelo idealizado que parece ser o 3-5-2, mas que se altera ao sabor dos resultados.
Renan sem muito trabalho e uma defesa que oscilou entre o bom (Coates) e o sofrível com tantos erros perante um Maritimo fraquinho. Eduardo não será nunca um trinco posicional e sem uma garantia atrás, o miolo cria sempre com um olho desconfiado na retaguarda desguarnecida. Alas perdulários e previsíveis sem ligação com o meio campo e com pouca ajuda atrás. Um Luis Phyllipe que acrescenta uns pontos na hora de começar a defender junto da área adversária, em relação ao holandês goleador.
Em suma, um arranque no campeonato aos solavancos, numa equipa cheia de duvidas dela própria e criando ainda mais duvidas nos adeptos, que exigem mais e mais merecem. Uma grande equipa tem que dominar os vários momentos do jogo e isso o Sporting nunca soube fazer. Venha o Braga.
De volta...
Este blog é um passo. Pequenino e envergonhado. Mas firme até que o deixe de o ser. Sem pretensões para além do ultimo paragrafo de cada post.
É um blog de amor e de paixões. Porque para amarmos o mundo que nos rodeia, teremos que nos conhecer e amar, porque estando bem connosco, estaremos bem com o mundo. Que cliché!
É sobre futebol e sobre tudo o resto. É sobre escrever para desentorpecer os sonhos, as vontades, as necessidades de "aliviar" a alma, tantas vezes amordaçada por preguiças e afazeres. É uma pluralidade de assuntos, que cabem nestas brancas páginas, mas acima de tudo é sobre a necessidade do escritor egoísta de despejar letras e com elas palavras e com elas frases e textos e opiniões...Agora estou a precisar. Amanhã...é outro dia.
É um blog de amor e de paixões. Porque para amarmos o mundo que nos rodeia, teremos que nos conhecer e amar, porque estando bem connosco, estaremos bem com o mundo. Que cliché!
É sobre futebol e sobre tudo o resto. É sobre escrever para desentorpecer os sonhos, as vontades, as necessidades de "aliviar" a alma, tantas vezes amordaçada por preguiças e afazeres. É uma pluralidade de assuntos, que cabem nestas brancas páginas, mas acima de tudo é sobre a necessidade do escritor egoísta de despejar letras e com elas palavras e com elas frases e textos e opiniões...Agora estou a precisar. Amanhã...é outro dia.
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