É um tédio ver o Sporting jogar. Sem velocidade, sem criatividade e pior que tudo, sem vontade.
Valeu o resultado, pois neste momento conturbado, é o que mais importa.
Foi uma estreia feliz de Silas, um técnico que aprecio, pela forma e pela vontade em agarrar a oportunidade de uma vida, vindo treinar o clube do seu coração.
Mas mais uma vez, será uma aposta de risco do presidente e desta vez poderá ser a ultima. Esperemos que não, pois é sinal que o Sporting deu a volta neste campeonato, mas mais importante que tudo, é sinal de ter um projecto desportivo finalmente definido, com uma estratégia vincada e entregue a quem perceba de bola, que não parece ser o forte do presidente, e que alicerce tudo aquilo de bom que esta direcção esteja a fazer, fora o desastre da programação do futebol.
Só há uma forma de unir o Sporting e é vencendo. Atingimos um nível de saturação, de recomeçar, de começar do zero, de dizer que para o ano é que é, que só apostando numa equipa para vencer é que todo o universo se unirá em torno do seu presidente e do seu clube. Não vejo outra forma...
Hoje valeu o resultado, mas há que dar e querer mais...
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Como um baralho de cartas - 6ª JORNADA 23/09/2019
Já não há palavras para caracterizar este Sporting. Demasiado mau.
Não se percebe como uma equipa organizada e ciente dos seus movimentos de marcação, respeitando o Famalicão, enquanto líder do campeonato, faz uma 1ª parte digna de se mostrar, intensa, disciplinada e esforçada na sua estratégica, deixa-se desmoronar como um baralho de cartas, após a substituição do seu melhor jogador, no caso Vietto, desconcentrando totalmente uma equipa que parecia finalmente forte, mas não passa de um grupo de jogadores completamente à deriva, sem controlo emocional.
Vietto não devia ter sido substituído, mas não pode reagir assim, numa clara demonstração da falta de respeito pela hierarquia e pior que isso, uma notória falta de respeito perante o clube, e por quem não o consegue fazer respeitar. Leonel, já percebeu que hoje chegou ao fim do sonho de treinar o Sporting, mostrando um desnorte e uma incapacidade de reagir, apesar de entender que ele será o menor dos culpados, pois não escolheu a equipa e apanhou com esta herança em andamento.
A culpa tem que ser apontada à direcção, e à sua gestão desportiva, deixando um treinador fraco e em perda, começar uma nova época, contratando jogadores por empréstimo no ultimo dia do mercado, e dispensando/vendendo os melhores jogadores, e tendo por base como estratégica desportiva única e exclusivamente, manter o Bruno Fernandes. Um desastre, esta gestão desportiva e a preparação da época por parte da estrutura, que terá que se justificar já perante os sócios e os adeptos.
Foi-nos dito, que o objectivo seria fazer melhor que o ano passado...tem a palavra o Dr. Varandas.
Não se percebe como uma equipa organizada e ciente dos seus movimentos de marcação, respeitando o Famalicão, enquanto líder do campeonato, faz uma 1ª parte digna de se mostrar, intensa, disciplinada e esforçada na sua estratégica, deixa-se desmoronar como um baralho de cartas, após a substituição do seu melhor jogador, no caso Vietto, desconcentrando totalmente uma equipa que parecia finalmente forte, mas não passa de um grupo de jogadores completamente à deriva, sem controlo emocional.
Vietto não devia ter sido substituído, mas não pode reagir assim, numa clara demonstração da falta de respeito pela hierarquia e pior que isso, uma notória falta de respeito perante o clube, e por quem não o consegue fazer respeitar. Leonel, já percebeu que hoje chegou ao fim do sonho de treinar o Sporting, mostrando um desnorte e uma incapacidade de reagir, apesar de entender que ele será o menor dos culpados, pois não escolheu a equipa e apanhou com esta herança em andamento.
A culpa tem que ser apontada à direcção, e à sua gestão desportiva, deixando um treinador fraco e em perda, começar uma nova época, contratando jogadores por empréstimo no ultimo dia do mercado, e dispensando/vendendo os melhores jogadores, e tendo por base como estratégica desportiva única e exclusivamente, manter o Bruno Fernandes. Um desastre, esta gestão desportiva e a preparação da época por parte da estrutura, que terá que se justificar já perante os sócios e os adeptos.
Foi-nos dito, que o objectivo seria fazer melhor que o ano passado...tem a palavra o Dr. Varandas.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
QUALIDADE - 1ª JORNADA LIGA EUROPA 19/09/2019
Qualidade ou falta dela. É constrangedor ver o Sporting jogar. É gritante o decréscimo de qualidade na equipa nestes 2 últimos anos. Como pode esta direção afirmar que quer fazer melhor que a época passada?
Hoje voltamos a mudar a táctica, apostando o treinador Leonel num 4-4-2 losango, com a entrada de Miguel Luís, um bom rapaz, um jogador muito posicional, mas pouco agressivo, com qualidade banal e sem golo, para um meio campo com Wendel, Doumbia, que é outro bom rapaz que joga muito, mas para trás e para o lado, mas em termos de construção uma nulidade, e ainda Bruno Fernandes. Na frente Vietto, que é o mais tecnicista do plantel e Bolasie, que voltou a mostrar inquietude e voluntarismo, mas pouco mais.
Equipa pouco entrosada e muito insegura, que constrói aos soluços e em raides individuais na frente e muito exposta atrás, com um meio campo desposicionado, com um trinco inexistente. Para se jogar no Sporting, o seu número 6 tem que ter o poder de construir, de jogar de cabeça levantada e ao mesmo tempo compensar posicionalmente sem bola os seus colegas mais atrasados e jogar de frente para a baliza adversaria. Quem não sabe jogar sem bola, não pode jogar futebol, pois em 90m, cada jogador terá a bola em média uma meia dúzia de minutos, logo...
Até entrámos bem, mas com erros posicionais sofremos 2 golos em 5m, e depois em esforço, conseguimos marcar de penalti, levando o 2-1 para o intervalo.
Após o descanso, levar um golo aos 3m em mais um erro defensivo, matou o jogo. Depois foi o mesmo de sempre. Foi o querer, foi o Bruno Fernandes e desta vez, a surpresa Pedro Mendes, que se tonou no maior embaraço para a direcção de Varandas, que não inscreveu na liga a única alternativa ao ponta de lança existente e até marcou um golão na sua estreia de 10m, que o tio Leonel lhe ofereceu. E ele aproveitou...
Uma derrota esperada, não tanto pelo PSV, mas pela falta de qualidade notória e pela falta de organização e na definição tática e de plantel às ordens de um treinador que também não sabe se fica ou se dá lugar a outros...
A táctica do losango até poderá ser aquela que mais se adequa à tipologia dos jogadores que caíram do céu nos últimos dias de mercado, mas a falta de qualidade é notória...
Hoje voltamos a mudar a táctica, apostando o treinador Leonel num 4-4-2 losango, com a entrada de Miguel Luís, um bom rapaz, um jogador muito posicional, mas pouco agressivo, com qualidade banal e sem golo, para um meio campo com Wendel, Doumbia, que é outro bom rapaz que joga muito, mas para trás e para o lado, mas em termos de construção uma nulidade, e ainda Bruno Fernandes. Na frente Vietto, que é o mais tecnicista do plantel e Bolasie, que voltou a mostrar inquietude e voluntarismo, mas pouco mais.
Equipa pouco entrosada e muito insegura, que constrói aos soluços e em raides individuais na frente e muito exposta atrás, com um meio campo desposicionado, com um trinco inexistente. Para se jogar no Sporting, o seu número 6 tem que ter o poder de construir, de jogar de cabeça levantada e ao mesmo tempo compensar posicionalmente sem bola os seus colegas mais atrasados e jogar de frente para a baliza adversaria. Quem não sabe jogar sem bola, não pode jogar futebol, pois em 90m, cada jogador terá a bola em média uma meia dúzia de minutos, logo...
Até entrámos bem, mas com erros posicionais sofremos 2 golos em 5m, e depois em esforço, conseguimos marcar de penalti, levando o 2-1 para o intervalo.
Após o descanso, levar um golo aos 3m em mais um erro defensivo, matou o jogo. Depois foi o mesmo de sempre. Foi o querer, foi o Bruno Fernandes e desta vez, a surpresa Pedro Mendes, que se tonou no maior embaraço para a direcção de Varandas, que não inscreveu na liga a única alternativa ao ponta de lança existente e até marcou um golão na sua estreia de 10m, que o tio Leonel lhe ofereceu. E ele aproveitou...
Uma derrota esperada, não tanto pelo PSV, mas pela falta de qualidade notória e pela falta de organização e na definição tática e de plantel às ordens de um treinador que também não sabe se fica ou se dá lugar a outros...
A táctica do losango até poderá ser aquela que mais se adequa à tipologia dos jogadores que caíram do céu nos últimos dias de mercado, mas a falta de qualidade é notória...
domingo, 15 de setembro de 2019
ANARQUIA - 5ª JORNADA 15/09/2019
Ao contrário daquilo que o meu presidente mostra e se esforça por demonstrar, ou seja, um clube arrumado com o passado, e em arrumação no presente, este jogo pareceu-me uma tremenda confusão, onde o treinador Leonel já mudou alguma coisa na forma de jogar, desde os novos nomes que tiveram que ir a jogo, até a nova forma de sair a jogar com o trinco a baixar entre os centrais, um 6 definido, com laterais a subir em simultâneo, com os alas a flectir para o interior e uma constante rotação na frente de ataque. Ok, ideias novas, mas definidas.
E na prática? Bem, a primeira parte foi uma nulidade, Parecia tudo desnorteado, e sem terem treinado aquilo que estava em jogo. Erros infantis, insegurança na defesa, atitude e maior pulmão, mais segurança de passe e maior mobilidade na etapa regulamentar, mas pouca baliza e desnorte emocional.
Uma pré-época, com novo treinador, novos jogadores, novo modelo de jogo. Tudo a começar, quando o campeonato já começou há 1 mês. Um falhanço, mais um falhanço na preparação de uma época profissional.
Campo muito difícil, com uma equipa do Boavista sempre a jogar na falta e no erro adversário, num estilo muito anos 90.
O Sporting precisa de olear a sua dinamica, para poder não precisar de um ponta de lança para marcar golos. Muitos jogadores ainda fora de forma e sem articulação dos sectores. Eu acho que precisa de um ponta de lança e de um trinco que olhe o campo para a frente e não que quando receba a bola, olhe primeiramente para trás ou para o lado. E a jogar sem bola, é muito fraco, em termos posicionais.
Boas ideias, que quando foram postas à prova, num ambiente adverso, cairam por terra. Tal como 7 pontos neste campeonato, o qual o meu presidente disse que queria fazer melhor que o ano passado. Mais um ano de tormenta.
Gostei de Rosier e Bolasie. Não gostei de Plata, Borja, nem das dinamicas inexistentes.
E na prática? Bem, a primeira parte foi uma nulidade, Parecia tudo desnorteado, e sem terem treinado aquilo que estava em jogo. Erros infantis, insegurança na defesa, atitude e maior pulmão, mais segurança de passe e maior mobilidade na etapa regulamentar, mas pouca baliza e desnorte emocional.
Uma pré-época, com novo treinador, novos jogadores, novo modelo de jogo. Tudo a começar, quando o campeonato já começou há 1 mês. Um falhanço, mais um falhanço na preparação de uma época profissional.
Campo muito difícil, com uma equipa do Boavista sempre a jogar na falta e no erro adversário, num estilo muito anos 90.
O Sporting precisa de olear a sua dinamica, para poder não precisar de um ponta de lança para marcar golos. Muitos jogadores ainda fora de forma e sem articulação dos sectores. Eu acho que precisa de um ponta de lança e de um trinco que olhe o campo para a frente e não que quando receba a bola, olhe primeiramente para trás ou para o lado. E a jogar sem bola, é muito fraco, em termos posicionais.
Boas ideias, que quando foram postas à prova, num ambiente adverso, cairam por terra. Tal como 7 pontos neste campeonato, o qual o meu presidente disse que queria fazer melhor que o ano passado. Mais um ano de tormenta.
Gostei de Rosier e Bolasie. Não gostei de Plata, Borja, nem das dinamicas inexistentes.
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