Ao contrário daquilo que o meu presidente mostra e se esforça por demonstrar, ou seja, um clube arrumado com o passado, e em arrumação no presente, este jogo pareceu-me uma tremenda confusão, onde o treinador Leonel já mudou alguma coisa na forma de jogar, desde os novos nomes que tiveram que ir a jogo, até a nova forma de sair a jogar com o trinco a baixar entre os centrais, um 6 definido, com laterais a subir em simultâneo, com os alas a flectir para o interior e uma constante rotação na frente de ataque. Ok, ideias novas, mas definidas.
E na prática? Bem, a primeira parte foi uma nulidade, Parecia tudo desnorteado, e sem terem treinado aquilo que estava em jogo. Erros infantis, insegurança na defesa, atitude e maior pulmão, mais segurança de passe e maior mobilidade na etapa regulamentar, mas pouca baliza e desnorte emocional.
Uma pré-época, com novo treinador, novos jogadores, novo modelo de jogo. Tudo a começar, quando o campeonato já começou há 1 mês. Um falhanço, mais um falhanço na preparação de uma época profissional.
Campo muito difícil, com uma equipa do Boavista sempre a jogar na falta e no erro adversário, num estilo muito anos 90.
O Sporting precisa de olear a sua dinamica, para poder não precisar de um ponta de lança para marcar golos. Muitos jogadores ainda fora de forma e sem articulação dos sectores. Eu acho que precisa de um ponta de lança e de um trinco que olhe o campo para a frente e não que quando receba a bola, olhe primeiramente para trás ou para o lado. E a jogar sem bola, é muito fraco, em termos posicionais.
Boas ideias, que quando foram postas à prova, num ambiente adverso, cairam por terra. Tal como 7 pontos neste campeonato, o qual o meu presidente disse que queria fazer melhor que o ano passado. Mais um ano de tormenta.
Gostei de Rosier e Bolasie. Não gostei de Plata, Borja, nem das dinamicas inexistentes.
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